Mudando a lei da vida
Em um mundo onde as mulheres se empenham em relação aos estudos, carreira, vida social e também a família, onde só querem evoluir nesses quesitos, precisam de mais tempo para conciliar tudo sem perder as fases da vida.
Não desmerecendo a gravidez a mulher chegará ao ponto de não ‘’perder tempo’’ de trabalho durante a gravidez, sem perder esse prazer.
Em uma maquina acontecera à fecundação de espermatozóide no óvulo. Com uma temperatura própria e as características de uma placenta. Fazendo com que o feto não perca o conforto e muito menos se prejudique com isso.
Com os espermatozóides guardados em uma maquina de proteção térmica “portas-tubo empilhados uns sobre os outros e cheios de tubos de ensaio numerados”. E o óvulo sugerido pela mulher, o feto será gerado em um hospital. Onde a mãe e pai terão que cumprir hora para transmitir segurança, carinho ao bebe. Geneticamente falando, os bebes nasceriam iguaizinhos se nascessem da barriga da mãe, sem alterações. Dessa forma seria mais fácil de perceber se haverá alguma coisa de errado com o bebê e antecipadamente ser modificado. Isso ajudaria a impedir certas doenças. A cúpula seria mais “transparente” e “acessível”. Onde injeções e medicamentos poderão ser aplicados o quanto mais cedo, o que poderia aumentar a expectativa de vida do feto. O “parto” seria muito mais tranqüilo, sem risco de vida para ambos, e mais rápido,com a certeza que não haveria complicações.
Enquanto isso a mulher poderá dirigir, trabalhar garantindo o conforto futuro para ela e sua família. E o homem fazendo suas obrigações cotidianas. A mulher não se ausentará das amamentações, pois é fundamental. Um bebe “não vive” sem elas.
O homem poderia se sentir mais pai, afinal os dois teriam obrigações diante a cúpula com o bebe, ele não estaria na barriga da mãe, mais sim na barriga “dos dois”.
A partir dessa descoberta eu, eu mesma. Resolvi tentar. Fui a clinica New Baby para engravidar. Onde pouquíssimas pessoas já haviam feito o procedimento. Eu e meu marido imaginávamos que não seria barato. Fizemos os exames, e voltamos para casa para fazer as contas e estudar a proposta.
Após muita conversa vimos que seria melhor. E assinamos o contrato.
Com uma rotina diferente, durante nove meses, eu e meu marido tínhamos que ir A clinica para manter um relacionamento e ter noticias sobre nosso filho.
Ouvimos uma noticia que mudaria tudo. O bebe tinha síndrome de down. Foi ai que a decisão de gerar um bebe na tão famosa cúpula estava mais do que certa. Tínhamos mais chances de evitar a doença. Estudos e mais estudos. Exames e mais exames. Doença evitada.
No dia 24 de agosto de 2050, nosso filho nasceu.
Hoje em 2065 meu filho na adolescência não mostrou complicações, só alegrias!
Alunos: Marcela Moulin, Maria Cláudia e Lucas Faé.
